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Informações Básicas

MarcaGEELY
SérieBinray
Ano2019
Primeiro Registro2019/07
Quilometragem100,000km
Número de Transferências0vezes
CombustívelGasoline
TransmissãoDCT
Motor1.0T 136 L3
CorWhite
Assentos-

Descrição da Condição

First-hand car transferred to own name, all original panels, insurance valid until July next year, no investment needed.

Informações do Documento

Data de Vencimento da Inspeção-
Data de Vencimento da Garantia-
Data de Vencimento do Seguro2027/07

Perguntas frequentes

Mais

RoRo ou contentor: qual é a melhor forma de enviar um carro usado da China para Angola ou Moçambique, com seguro incluído?

A escolha entre RoRo e contentor depende do valor do carro, da rota e da sua tolerância ao risco. RoRo (Roll-on/Roll-off): o carro entra no navio por suas próprias rodas. É a opção mais barata (tipicamente 15-30% menos que o contentor) e com mais partidas para Luanda e Maputo. O risco: o carro fica exposto no convés ou porões de veículos, sujeito a danos menores e à indisponibilidade parcial do seguro para pequenos amassados. Contentor (normalmente 1 carro num contentor de 20 pés ou 2 num de 40): oferece proteção total contra intempéries e roubo parcial de componentes, e permite carregar peças ou pertences junto. É a melhor opção para carros de valor elevado ou elétricos. O custo extra compensa pela tranquilidade. O seguro marítimo: em ambos os casos contrate uma apólice «all risks» com cláusula warehouse-to-warehouse (da origem ao destino final), cujo valor seja o CIF + 10%. O seguro do transportador cobre pouco (limites baixos por lei); o seguro que protege a sua carga é o que contrata à parte. Recomendação prática: carros até 12.000 USD vão bem em RoRo com seguro all risks; acima desse valor, o contentor paga-se em segurança.

Qual a diferença entre importar um carro usado da China para uso pessoal e para revenda em Angola ou Moçambique?

A distinção entre importação para uso próprio e para revenda comercial muda substancialmente os requisitos, os impostos e o risco. Uso pessoal: 1. Documentação: passaporte, comprovativo de residência, e o carro deve ser registado em nome do importador. 2. Limites: em Angola, pessoas singulares têm limite anual de importações de veículos usados (verifique a legislação vigente, que tem sido ajustada); em Moçambique, o processo é mais simples mas sujeito a inspeção pré-embarque obrigatória (Intertek/SGS conforme o programa vigente). 3. Impostos: paga-se IAC (imposto sobre automóveis) conforme cilindrada e ano, mais IVA, sem benefícios de importador empresarial. Revenda comercial: 1. Licenciamento: precisa de alvará comercial, registo aduaneiro como importador e, na prática, uma empresa formalmente constituída. 2. Volume e margem: beneficia de melhores taxas em volume, mas assume responsabilidade sobre a conformidade dos veículos e sobre garantias legais ao comprador final. 3. Requisitos adicionais: homologação do modelo, certificados de conformidade, e obrigações fiscais contínuas. Atenção ao esquema «importa em nome próprio e revende informalmente»: é prática comum mas irregular. As autoridades aduaneiras podem tratar revendas sucessivas como atividade comercial disfarçada, com multas e apreensão do veículo. Se a intenção é revender, constitua a empresa e regularize o processo desde o início.

Como provam aos compradores estrangeiros que este carro nunca teve um acidente estrutural grave?

Não dependemos da garantia verbal do vendedor. Fazemos uma verificação cruzada dos registos de sinistros de seguros, das ordens de serviço da concessionária 4S, e combinamos medições de espessura de tinta e inspeções de pontos de solda em componentes estruturais (longarinas, colunas A/B/C, suportes de amortecedores) para fornecer uma prova multidimensional de que não houve acidentes.