24H

Informações Básicas

MarcaGEELY
SérieBinray
Ano2020
Primeiro Registro2020/10
Quilometragem90,000km
Número de Transferências0vezes
CombustívelGasoline
TransmissãoCVT
Motor1.4T 141 L4
CorWhite
Assentos-

Descrição da Condição

Rear panel sheet metal repair. Other records unchanged. Green book (vehicle title) is being released from lien.

Informações do Documento

Data de Vencimento da Inspeção-
Data de Vencimento da Garantia-
Data de Vencimento do Seguro2027/10

Perguntas frequentes

Mais

Se o painel de carregamento sem fios do carro não conseguir carregar devido ao modelo de telefone do comprador estrangeiro ser muito antigo, a plataforma é responsável?

O módulo de carregamento sem fios do veículo (geralmente protocolo Qi) é considerado funcional se conseguir detectar e acender com os modelos de teste que utilizamos. O vendedor não é responsável por problemas de compatibilidade com os dispositivos eletrónicos pessoais do comprador que impeçam o carregamento.

Que processo de homologação e inspeção técnica é exigido em Portugal para importar um carro usado chinês?

Portugal tem um dos processos de importação mais estruturados da Europa para veículos extra-comunitários, e a chave é a sequência: homologação primeiro, inspeção depois, matrícula por fim. O primeiro passo é a homologação. Se o modelo do carro já tem homologação comunitária (CE), o processo é simples: apresentas o Certificado de Conformidade (COC). A maioria dos modelos chineses vendidos oficialmente na Europa tem COC; modelos vendidos apenas na China não o têm. Nesse caso precisas de homologação individual, feita pela CPVR (Centro de Pesquisa e Prevenção de Incêndios? Não — pela entidade competente, tipicamente o ISQ ou a UCAP), que inclui inspecções técnicas e testes de conformidade, com custos de 1.000-3.000 € e prazos de 2-6 semanas. Com a homologação, segues para a inspeção técnica num centro IMTT, que verifica identificação, pneus, iluminação, emissões e integridade estrutural. Documentos necessários: certificado de matrícula chinês original, declaração de exportação, fatura comercial, documento de transporte (conhecimento), e prova de pagamento das taxas alfandegárias (IVA de 23 % e direitos, se aplicáveis). Nota prática: confirma antes da compra se existe COC europeu para esse modelo e ano. Sem COC, o processo individual pode tornar o carro economicamente inviável — sobretudo para modelos que não têm rede de apoio em Portugal para peças.

Se a avaliação da alfândega do país de destino para o veículo for superior ao valor da fatura comercial, resultando em um aumento dos direitos aduaneiros, quem será responsável?

A alfândega do país de destino tem o direito de não aceitar a fatura comercial, mas sim de reavaliar o valor com base na sua base de dados interna (como o livro vermelho de avaliação aduaneira). Os direitos aduaneiros adicionais resultantes são uma ação política do país importador, sendo totalmente suportados pelo comprador (importador).