48H

Informações Básicas

MarcaGEELY
SérieCoolray
Ano2023
Primeiro Registro2023/08
Quilometragem53,000km
Número de Transferências0vezes
CombustívelGasoline
TransmissãoDCT
Motor1.5T 181 L4
CorGrey
Assentos-

Descrição da Condição

One-owner car, all original panels. Two doors have scratches and repaint; other areas retain original paint. No insurance claims. Modified headlights and Carplay head unit.

Informações do Documento

Data de Vencimento da Inspeção-
Data de Vencimento da Garantia-
Data de Vencimento do Seguro2027/08

Perguntas frequentes

Mais

O que observar no câmbio automático ou CVT de um carro usado chinês antes de fechar a compra?

O câmbio é um dos componentes mais caros de reparar, sobretudo no Brasil e em África. No vídeo ao vivo: peça para engatar D e R suavemente — trancos são um alerta; observe as mudanças de marcha em subida e em aceleração brusca — patinação ou atraso nas trocas indicam problemas; e ouça ruídos metálicos ou zumbidos anormais. Peça também o relatório de diagnóstico OBD com os códigos de transmissão e o histórico de trocas de óleo do câmbio: óleo nunca trocado num carro com mais de 60 mil km é mau sinal. Se possível, insista num teste de estrada e não apenas em manobra parada. Qualquer hesitação é motivo para exigir inspeção profunda adicional antes do embarque.

Durante a execução do contrato, se o vendedor (sellwellauto) incumprir unilateralmente e não entregar o veículo, qual é o mecanismo de compensação?

É raro, mas existe um mecanismo claro. Se a transação for cancelada devido a razões da nossa parte (como a apreensão judicial repentina do veículo), devolveremos o valor total do depósito pago e pagaremos uma compensação adicional de acordo com as cláusulas de penalização do contrato.

Como avaliar a autonomia real de um carro elétrico chinês usado antes de o importar para Angola, Moçambique ou Brasil?

A autonomia anunciada em fábrica raramente corresponde ao uso real, e a degradação da bateria reduz-a ainda mais. Avalie assim: 1. Peça o relatório SOH (State of Health): indica a capacidade restante da bateria em percentagem. Acima de 85% é bom; abaixo de 75%, a autonomia já se nota claramente no dia a dia. 2. Teste de ciclagem: durante a inspeção, peça uma condução real de 20-30 km e compare o consumo instantâneo com a autonomia restante no painel. Uma queda rápida ou inconsistente indica desequilíbrio de células. 3. Verifique o histórico de carregamento: baterias carregadas habitualmente só até 80% e evitando cargas rápidas sucessivas degradam mais devagar. Muitas viagens de carregamento rápido (DC) aceleram o desgaste. 4. Considere o clima: em regiões muito quentes, a climatização consome 15-25% da bateria; em Angola e Moçambique, some isso à conta. No Brasil, varia por região. 5. Pese o uso pretendido: para deslocamentos urbanos diários de 50-80 km, um carro com 250-300 km de autonomia real é suficiente. Para viagens entre cidades, o desafio é a rede de carregamento, que ainda é escassa fora dos grandes centros nos três países. Por fim, confirme se o modelo vendeu em quantidade suficiente na China—modelos raros significam baterias e peças difíceis de encontrar daqui a alguns anos.