48H

Informações Básicas

MarcaGEELY
SérieEmgrand
Ano2016
Primeiro Registro2016/09
Quilometragem80,000km
Número de Transferências0vezes
CombustívelGasoline
TransmissãoManual
Motor1.5L 109 L4
CorBrown
Assentos-

Descrição da Condição

Original condition car.

Informações do Documento

Data de Vencimento da Inspeção-
Data de Vencimento da Garantia-
Data de Vencimento do Seguro2027/09

Perguntas frequentes

Mais

Como calcular o custo total para importar um carro usado da China para Angola ou Moçambique, incluindo porto e logística interna?

O custo final em Angola ou Moçambique tem componentes que variam muito entre os dois países, por isso o cálculo deve ser feito por etapas. Base comum (igual para ambos): preço do carro em China + inspeção pré-embarque + transporte marítimo até ao porto de destino (Luanda, Lobito, Beira, Nacala ou Maputo). Um container de 20 pés com um carro custa tipicamente 2.500-4.000 USD desde a China; RoRo sai mais barato mas com menos segurança. Em Angola, o peso fiscal é o ISA (Imposto Sobre Automóveis), calculado por cilindrada e idade do veículo, podendo ultrapassar 50 % do valor do carro em veículos mais antigos e de motor maior, mais IAC de 10 %. Há também a tabela de ISV para importação. A dica prática: em Angola, a cilindrada e o ano do carro dominam a conta — um carro de 1.0-1.5 e menos de 5 anos paga imensamente menos. Em Moçambique: direitos aduaneiros de 20 % sobre o valor CIF + IVA de 17 %, com reduções para veículos com menos de 5 anos. A Inspecção Pré-Exportação chinesa (obrigatória) deve estar incluída. Não esqueças: taxas portuárias de descarga (300-800 USD), desalfandegamento (serviço de despachante, 300-600 USD), e logística interna do porto à tua cidade — da Beira ao interior pode custar mais 1.000-2.000 USD em transporte rodoviário. Regra prática: soma todas as parcelas antes de negociar; em ambos os países, carros pequenos e recentes são os únicos que mantêm vantagem de preço face ao mercado local.

Os serviços ligados (app, navegação, eSIM) dos carros elétricos chineses funcionam em Angola, Moçambique e no Brasil?

Funcionam parcialmente, e a diferença é importante saber antes de comprar. O que normalmente funciona: · Sistemas de bordo locais: navegação por GPS (os mapas offline podem precisar de atualização), rádio, câmaras e sensores funcionam sem internet. · Recarga e gestão da bateria são locais e não dependem de rede. O que costuma ficar limitado: · A app do construtor (controlo remoto, estado de carga, localização) depende de servidores do fabricante. Na maioria dos carros vendidos apenas na China, os servidores exigem número de telefone chinês para registo — a app pode ficar inutilizável. · Atualizações OTA: algumas marcas bloqueiam- por região; noutros casos continuam a chegar sem problema. · eSIM interno: muitas vezes deixa de ter cobertura fora da China, perdendo dados de tráfego em tempo real. Como verificar antes de comprar: 1. Peça ao vendedor para demonstrar a app em vídeo e mostrar em que região a conta está registada. 2. Pergunte se a marca vende oficialmente no seu país de destino — se sim, a app e o eSIM costumam ser transferíveis para o mercado local. 3. Se a app não funcionar, considere soluções alternativas: OBD com app genérica para dados da bateria. Na prática: a experiência de condução não muda; muda sobretudo o conforto do controlo remoto.

Que documentos e homologação são exigidos no Brasil para importar um carro usado da China?

O Brasil tem uma das regulamentações mais rigorosas, e vale conhecê-las antes de fechar negócio. Regras de acesso: · Importação de carros usados por particulares é, em regra, proibida no Brasil. A importação legal é feita por empresas importadoras credenciadas (importação para comercialização) ou por pessoas em situações excecionais (transferência de residência, por exemplo). · Há também limites de idade em alguns regimes e regras do INMETRO para emissões e segurança. Documentos do processo: 1. Invoice comercial e packing list do exportador chinês. 2. Conhecimento de embarque (B/L). 3. Certificado de origem (favorece redução tarifária). 4. Declaração de importação (DI) feita pelo despachante. 5. Documentos de homologação: Declaração de Conformidade do INMETRO / CAT (Certificado de Autorização de Trânsito) conforme o caso. Custos a prever: imposto de importação + IPI + PIS/COFINS + ICMS podem somar 80–100% sobre o valor CIF, além dos serviços do despachante. Alternativa prática: muitos compradores usam regimes de admissão temporária (para residentes que retornam) ou importam por leilões com empresas habilitadas. Antes de avançar, consulte um despachante aduaneiro brasileiro — poupa surpresas caras.