24H

Informações Básicas

MarcaGEELY
SérieEmgrand
Ano2020
Primeiro Registro2020/03
Quilometragem120,000km
Número de Transferências1vezes
CombustívelGasoline
TransmissãoCVT
Motor1.5L 109 L4
CorWhite
Assentos-

Descrição da Condição

One-owner vehicle, actual mileage. The right rear fender has been repaired and repainted, and the right front and rear doors have been repainted. Insurance claim of 1000 yuan.

燃油车
轿车
自动
维保开放
事故开放
查验开放

Destaques de Configuração

✓品牌: 吉利汽车
✓车系: 帝豪
✓车型: 2019款 领军版 1.5L CVT豪华型 国VI
✓车身类型: 轿车
✓座位数: 5
✓排量: 1.5L
✓变速箱: 自动
✓能源类型: 燃油车
✓VIN: L6T7824Z4KW172304
✓搜索关键词: 吉利汽车帝豪 2019款帝豪领军版1.5LCVT豪华型国VI

Informações do Documento

Data de Vencimento da Inspeção2027/03
Data de Vencimento da Garantia-
Data de Vencimento do Seguro2027/03

Perguntas frequentes

Mais

Como saber se um carro usado chinês foi táxi ou carro de aplicação (DiDi) antes de ser exportado, e quanto isso deve descontar do preço?

Carros de frota de aplicação têm desgaste acelerado: motor frio com horas de marcha lenta, suspensão castigada, interiores gastos e quilometragem elevada com manutenção mínima. Na China, verifique se o carro aparece nos registos de empresas de transporte — peça ao vendedor o histórico de propriedade: carros de frota aparecem registados em nome de empresas de transporte ou plataformas, não de particulares. Sinais físicos visíveis em fotos: pedal de travão muito gasto com quilometragem baixa declarada, banco do condutor deformado, portas traseiras com desgaste de abrir/fechar constante, e taxímetro ou furos de fixação de taxímetro no painel. O desconto justo: um carro que foi táxi deve custar 20-30% menos que um equivalente de uso particular, porque a vida útil restante do motor e da transmissão é significativamente menor. Se o vendedor esconder esta informação após perguntas diretas, considere romper a negociação — a falta de transparência revela o caráter do negócio.

Como confirmar que o motor diesel ou a gasolina de um carro usado chinês não tem problemas de consumo de óleo?

Consumo de óleo é um dos defeitos mais frequentes em motores com alta quilometragem e o mais fácil de esconder numa venda à distância. A verificação exige um procedimento específico, não apenas uma volta de teste. O método mais fiável: a inspeção de fumo. Com o motor a temperatura de funcionamento, pede ao perito para acelerar a fundo e depois desacelerar bruscamente várias vezes e observar o escape no espelho. Fumo azul na desaceleração indica guarnições de válvulas gastas; fumo azul na aceleração aponta para anéis de pistão. Um escape a «expirar» óleo é diagnóstico direto. Em segundo lugar, controla o nível de óleo no dipstick no início e no final do teste de condução: uma descida visível em 30-40 minutos de uso normal é anormal. Em terceiro lugar, examina a parte de trás do carro e o para-choques junto ao escape: uma película oleosa ou fuligem húmida indica consumo crónico. No motor, retira a tampa de enchimento de óleo com o motor ao ralenti: uma leve aspiração é normal, mas fumo ou sopro forte de gases indicam compressão deficiente. Para motores turbo, acrescenta o controlo das mangueiras de intercooler por acumulação de óleo — uma junta do turbo a vazar óleo para a admissão é reparação de 800-2.000 USD. Nota: alguns motores chineses mais antigos têm consumo de fábrica de 0,3-0,5 L por 1.000 km mesmo em estado bom. Pede os valores de referência do fabricante para esse motor específico antes de julgar.

Como avaliar a autonomia real de um carro elétrico chinês usado antes de o importar para Angola, Moçambique ou Brasil?

A autonomia anunciada em fábrica raramente corresponde ao uso real, e a degradação da bateria reduz-a ainda mais. Avalie assim: 1. Peça o relatório SOH (State of Health): indica a capacidade restante da bateria em percentagem. Acima de 85% é bom; abaixo de 75%, a autonomia já se nota claramente no dia a dia. 2. Teste de ciclagem: durante a inspeção, peça uma condução real de 20-30 km e compare o consumo instantâneo com a autonomia restante no painel. Uma queda rápida ou inconsistente indica desequilíbrio de células. 3. Verifique o histórico de carregamento: baterias carregadas habitualmente só até 80% e evitando cargas rápidas sucessivas degradam mais devagar. Muitas viagens de carregamento rápido (DC) aceleram o desgaste. 4. Considere o clima: em regiões muito quentes, a climatização consome 15-25% da bateria; em Angola e Moçambique, some isso à conta. No Brasil, varia por região. 5. Pese o uso pretendido: para deslocamentos urbanos diários de 50-80 km, um carro com 250-300 km de autonomia real é suficiente. Para viagens entre cidades, o desafio é a rede de carregamento, que ainda é escassa fora dos grandes centros nos três países. Por fim, confirme se o modelo vendeu em quantidade suficiente na China—modelos raros significam baterias e peças difíceis de encontrar daqui a alguns anos.