24H

Informações Básicas

MarcaGEELY
SérieVision X6
Ano2017
Primeiro Registro2017/02
Quilometragem85,000km
Número de Transferências0vezes
CombustívelGasoline
TransmissãoManual
Motor1.8L 133 L4
CorWhite
Assentos5assentos

Descrição da Condição

Original condition, rear impact bar deformed

Informações do Documento

Data de Vencimento da Inspeção-
Data de Vencimento da Garantia-
Data de Vencimento do Seguro2027/02

Perguntas frequentes

Mais

Como é que uma leve descolagem ou manchas de água no forro do teto (Headliner) se refletiria na classificação?

O forro do teto é considerado um "item de interior irreversível". Se houver descolagem nas bordas ou manchas de água escuras difíceis de limpar, mesmo que não afetem a condução, isso resultará numa desvalorização da classificação do interior. Não utilizaremos alfinetes ou cola de má qualidade para reparações superficiais.

Que sinais de desgaste devo procurar na suspensão de um carro chinês usado antes de o importar para estradas africanas?

A suspensão sofre muito em estradas africanas, por isso é crítica na compra: 1. Barulhos e folgas: peça um vídeo do carro a passar por irregularidades lentamente; rangidos ou pancadas secas indicam amortecedores ou casquilhos gastos. 2. Altura de caixa: compare a altura entre as quatro rodas; um lado mais baixo sugere mola ou amortecedor enfraquecido. 3. Pneus desgastados de forma irregular: uso apenas num dos lados aponta para problemas de alinhamento ou suspensão. 4. Fugas nos amortecedores: manchas de óleo no corpo do amortecedor, visíveis em foto de baixo com o carro elevado. Antes de fechar o negócio, peça ao inspetor para incluir na inspeção um relatório específico de suspensão com avaliação de cada componente. Substituir amortecedores e braços em Angola ou Moçambique pode demorar semanas pelo abastecimento de peças — é preferível exigir que o carro saia da China com a suspensão em bom estado.

Qual a diferença entre importar um carro usado da China para uso pessoal e para revenda em Angola ou Moçambique?

A distinção entre importação para uso próprio e para revenda comercial muda substancialmente os requisitos, os impostos e o risco. Uso pessoal: 1. Documentação: passaporte, comprovativo de residência, e o carro deve ser registado em nome do importador. 2. Limites: em Angola, pessoas singulares têm limite anual de importações de veículos usados (verifique a legislação vigente, que tem sido ajustada); em Moçambique, o processo é mais simples mas sujeito a inspeção pré-embarque obrigatória (Intertek/SGS conforme o programa vigente). 3. Impostos: paga-se IAC (imposto sobre automóveis) conforme cilindrada e ano, mais IVA, sem benefícios de importador empresarial. Revenda comercial: 1. Licenciamento: precisa de alvará comercial, registo aduaneiro como importador e, na prática, uma empresa formalmente constituída. 2. Volume e margem: beneficia de melhores taxas em volume, mas assume responsabilidade sobre a conformidade dos veículos e sobre garantias legais ao comprador final. 3. Requisitos adicionais: homologação do modelo, certificados de conformidade, e obrigações fiscais contínuas. Atenção ao esquema «importa em nome próprio e revende informalmente»: é prática comum mas irregular. As autoridades aduaneiras podem tratar revendas sucessivas como atividade comercial disfarçada, com multas e apreensão do veículo. Se a intenção é revender, constitua a empresa e regularize o processo desde o início.