24H

Informações Básicas

MarcaMG
Série5
Ano2025
Primeiro Registro2025/02
Quilometragem17,600km
Número de Transferências0vezes
CombustívelGasoline
TransmissãoDCT
Motor1.5T 181 L4
Cor
Assentos5assentos

Descrição da Condição

Excellent basic condition | 0 claims | 0 transfers

Perguntas frequentes

Mais

Existem fotos ou relatórios de ângulos específicos de elevação sobre as partes ocultas do chassi (como o sistema de suspensão e vazamentos de óleo dos amortecedores)?

Certamente. A elevação do chassi é uma etapa obrigatória para nós. O relatório mostrará em detalhe se há manchas de óleo nos cilindros dos amortecedores dianteiros e traseiros, se as capas de borracha das esferas das barras de suspensão estão danificadas e se as barras de direção estão soltas ou deformadas.

Após o transporte marítimo de longa distância, é necessário reter o vácuo e recarregar o refrigerante do ar condicionado do veículo (fluorocarboneto)?

Se o veículo sofrer uma pequena fuga nas tubulações durante o transporte, é possível que não arrefeça ao chegar ao porto. Isso é uma perda física normal. O custo para reter o vácuo, manter a pressão e recarregar o refrigerante numa oficina local é muito baixo e é da responsabilidade do comprador.

Como calcular os impostos de importação no Brasil (II, IPI, ICMS) para um carro usado da China e saber o custo final?

A matemática brasileira de importação é complexa porque os impostos incidem uns sobre os outros (cálculo por «por dentro»). Os componentes principais: 1) Imposto de Importação (II): alíquota sobre o valor CIF (carro + frete + seguro). 2) IPI: calculado sobre o valor CIF mais o II. 3) PIS/COFINS-Importação: percentuais adicionais sobre a base. 4) ICMS: calculado «por dentro», o que aumenta efetivamente a base dos outros impostos — a alíquota varia por estado. Regra prática: para carros usados, o custo total no Brasil costuma ficar entre 1,8 e 2,3 vezes o valor CIF, dependendo do estado de destino e da classificação fiscal. Por isso: antes de comprar, simule o custo final com um despachante aduaneiro brasileiro usando o valor CIF real. Parece burocrático, mas evita a surpresa mais comum dos importadores — descobrir na alfândega que o custo dobrou.