48H

Informações Básicas

MarcaMI
SérieSU7
Ano2025
Primeiro Registro2025/01
Quilometragem43,000km
Número de Transferências0vezes
CombustívelElectric
TransmissãoOther
Motor-
CorGreen
Assentos5assentos

Descrição da Condição

Passed Cha博士 inspection, with 90-day buyback. First-hand actual mileage. Right rear door and several panels repainted.

Informações do Documento

Data de Vencimento da Inspeção-
Data de Vencimento da Garantia-
Data de Vencimento do Seguro2027/01

Perguntas frequentes

Mais

Como confirmar que o motor diesel ou a gasolina de um carro usado chinês não tem problemas de consumo de óleo?

Consumo de óleo é um dos defeitos mais frequentes em motores com alta quilometragem e o mais fácil de esconder numa venda à distância. A verificação exige um procedimento específico, não apenas uma volta de teste. O método mais fiável: a inspeção de fumo. Com o motor a temperatura de funcionamento, pede ao perito para acelerar a fundo e depois desacelerar bruscamente várias vezes e observar o escape no espelho. Fumo azul na desaceleração indica guarnições de válvulas gastas; fumo azul na aceleração aponta para anéis de pistão. Um escape a «expirar» óleo é diagnóstico direto. Em segundo lugar, controla o nível de óleo no dipstick no início e no final do teste de condução: uma descida visível em 30-40 minutos de uso normal é anormal. Em terceiro lugar, examina a parte de trás do carro e o para-choques junto ao escape: uma película oleosa ou fuligem húmida indica consumo crónico. No motor, retira a tampa de enchimento de óleo com o motor ao ralenti: uma leve aspiração é normal, mas fumo ou sopro forte de gases indicam compressão deficiente. Para motores turbo, acrescenta o controlo das mangueiras de intercooler por acumulação de óleo — uma junta do turbo a vazar óleo para a admissão é reparação de 800-2.000 USD. Nota: alguns motores chineses mais antigos têm consumo de fábrica de 0,3-0,5 L por 1.000 km mesmo em estado bom. Pede os valores de referência do fabricante para esse motor específico antes de julgar.

Como avaliar a autonomia real de um carro elétrico chinês usado antes de o importar para Angola, Moçambique ou Brasil?

A autonomia anunciada em fábrica raramente corresponde ao uso real, e a degradação da bateria reduz-a ainda mais. Avalie assim: 1. Peça o relatório SOH (State of Health): indica a capacidade restante da bateria em percentagem. Acima de 85% é bom; abaixo de 75%, a autonomia já se nota claramente no dia a dia. 2. Teste de ciclagem: durante a inspeção, peça uma condução real de 20-30 km e compare o consumo instantâneo com a autonomia restante no painel. Uma queda rápida ou inconsistente indica desequilíbrio de células. 3. Verifique o histórico de carregamento: baterias carregadas habitualmente só até 80% e evitando cargas rápidas sucessivas degradam mais devagar. Muitas viagens de carregamento rápido (DC) aceleram o desgaste. 4. Considere o clima: em regiões muito quentes, a climatização consome 15-25% da bateria; em Angola e Moçambique, some isso à conta. No Brasil, varia por região. 5. Pese o uso pretendido: para deslocamentos urbanos diários de 50-80 km, um carro com 250-300 km de autonomia real é suficiente. Para viagens entre cidades, o desafio é a rede de carregamento, que ainda é escassa fora dos grandes centros nos três países. Por fim, confirme se o modelo vendeu em quantidade suficiente na China—modelos raros significam baterias e peças difíceis de encontrar daqui a alguns anos.

Como saber se um carro usado chinês foi táxi ou carro de aplicação (DiDi) antes de ser exportado, e quanto isso deve descontar do preço?

Carros de frota de aplicação têm desgaste acelerado: motor frio com horas de marcha lenta, suspensão castigada, interiores gastos e quilometragem elevada com manutenção mínima. Na China, verifique se o carro aparece nos registos de empresas de transporte — peça ao vendedor o histórico de propriedade: carros de frota aparecem registados em nome de empresas de transporte ou plataformas, não de particulares. Sinais físicos visíveis em fotos: pedal de travão muito gasto com quilometragem baixa declarada, banco do condutor deformado, portas traseiras com desgaste de abrir/fechar constante, e taxímetro ou furos de fixação de taxímetro no painel. O desconto justo: um carro que foi táxi deve custar 20-30% menos que um equivalente de uso particular, porque a vida útil restante do motor e da transmissão é significativamente menor. Se o vendedor esconder esta informação após perguntas diretas, considere romper a negociação — a falta de transparência revela o caráter do negócio.